
"Live as if you'll die tomorrow. Dream as if you'll live forever. And never stop believing."
Adoro o Natal. Mas adoro o Natal pelas coisas simples que nos proporciona, mas que nos fazem tão felizes. As cores das luzes que enfeitam as ruas e as montras. As músicas intemporais. O presépio, que para mim, mais do que uma conotação religiosa, tem um significado especial, enquanto retrato de família, de união e de fraternidade. Adoro o Natal. Mas adoro o Natal pelos imensos quilómetros que fazemos, só para estarmos junto daqueles que nos são mais queridos. Para mim, o Natal, é sinónimo de dar. Darmo-nos aos outros. Aos avós. Aos pais. Aos tios e primos. Àqueles que nos preenchem o coração, mas com quem nem sempre temos oportunidade de estar o tempo desejado. Se gosto da troca de prendas?! Claro. Quem não gosta de receber prendinhas ou dar, àquela pessoa especial, algo que a deixe com um brilho no olhar e um sorriso nos lábios. Mas o meu Natal não se resume a isso. É mais. Muito mais. E, todos os anos, recebo o Natal com alegria e entusiasmo. Porque quero aproveitar todas as horas, minutos e segundos para estar com a minha família. Porque adoro as conversas disparatadas. As discussões ainda mais disparatadas, geradas pelo simples prazer de contrariar. Porque adoro o sorriso da minha avó, quando se vê rodeada pelos netos. Porque gosto de estar com a minha prima que é, para mim, a irmã que não tenho. Porque gosto que o João partilhe, connosco, esta data tão especial.
E pronto, era só mesmo para partilhar o meu estado de espírito.

Dormir. Começar a estudar para o CFA. Pintar as unhas de vermelho. Jantar de aniversário da Carol. Copos e muita farra. Almoço em família. Ídolos.
Bom fim-de-semana!
Mais uma insónia. Daaaaaaaaaaasssssssssssssssssseeeeeeeeeeeeeeeeee! Não parava de pensar em mil e uma coisas. Ainda por cima, coisas sem grande importância. As imagens passavam na minha cabeça à velocidade da luz. E eu desesperada por dormir. Fisicamente cansada. Com o corpo todo moído da aula de ballet. E sono? Nada! Nem vê-lo! Hoje, só me apetece ir para casa e aterrar na minha caminha... bem cedo. Logo hoje. Que dá o So you think you can dance.
Ontem, do cimo dos meus saltos altos, dei um trambolhão de todo o tamanho. Acabadinha de sair do supermercado, carregada de sacos, estatelei-me violentamente no chão molhado. Escusado será dizer que, hoje, estou com imensas dores por todo o corpo. Quero ver quem é que, logo, vai ter coragem para enfrentar uma aula de ballet aberta a pais, namorados, maridos, filhos e quem mais se quiser juntar. Quero, quero!
Costumo dizer que nasci para dançar e pisar os palcos. A verdade é que, quando vejo este programa, fico com a sensação (vá, mais com a certeza!) de que não danço nada. Nicles. Peva. Eles são mesmo bons!
Aquafalls Spa Hotel






Fotos de Edgar Tavares.